COMO USAR A LITERATURA PARA APRENDER A LÍNGUA INGLESA

INTRODUÇÃO

A aprendizagem da Língua Inglesa é parte integrante do currículo da maioria das escolas brasileiras e goianas. A necessidade de aprender a Língua Inglesa é justificada pelo fato de no mundo estar incessantemente ocorrendo todo tipo de intercâmbio entre pessoas de diferentes nacionalidades, por diferentes razões e certamente a Língua Inglesa tem sido o elo para unir diferentes povos através de uma forma comum de comunicação. E esse fato sempre desperta nos alunos a curiosidade sobre a cultura e a história dos países dessa língua. E é sabido que a forma de expressão e o processo histórico de toda sociedades se manifesta através da literatura.

Então uma das melhores e mais interessantes maneiras de aprender a Língua Inglesa seria indubitavelmente através da literatura. O uso da literatura em turmas de alunos de Língua Inglesa deve ocupar um ligar de destaque como recurso pedagógico que por se tratar de ficção tornará o aluno mais criativo possibilitando-lhe a internalização das estruturas da língua com mais facilidade. Além disso é um meio para transformar o aluno num sujeito ativo e mais responsável pela própria aprendizagem podendo desse modo, estabelecer objetivos e metas para a construção dos seus próprios conhecimentos. E convém lembrar que todo esse processo deve acontecer num clima de descontração capaz de motivar o aluno a participar espontaneamente de todas as discussões e quaisquer outras atividades.

O uso da literatura para promover a aprendizagem da Língua Inglesa parece ser o caminho mais curto e mais interessante para se ensinar a ler, a escrever e a falar nessa língua. Os textos usados, como os conteúdos, devem ser adequados ao nível dos alunos em termos de idade, de domínio da língua e de seu contexto cultura.

Ao estimular a leitura de textos literários entre os alunos, eles tornar-se-ão capazes de criar versões das obras e textos lidos, inserindo neles traços pessoais e podendo , desse modo refletir sobre o ato de escrever, sobre diferentes tipos de uso da Língua Inglesa e suas variedades e aplicação prática de suas regras, ao mesmo tempo em que se envolvem com o contexto tratado ou retratado no texto lido estabelece com ele uma relação de maior intimidade e de maior significação.

À medida que os trabalhos com os textos literários acontecem não terá de excluir o conteúdo programático, qualquer que seja o nível do aluno, para criar um espaço exclusivo da literatura. Esse trabalho pode ser idealizado como principal ferramenta pedagógica para a aprendizagem da Língua Inglesa podendo também auxiliar o professor da Língua Portuguesa no cumprimento do seu programa, como também o de outras áreas de conhecimento. E se o professor souber explorar as possibilidades que a literatura lhe oferece suas aulas serão mais interativas e seus alunos certamente obterão melhores resultados em menor tempo num clima de mais confiança e atitude solidária. Essas atitudes de interação são defendidas por Vogotsky, segundo o qual o aprendizado envolve sempre a interação entre as outras pessoas, e a interferência delas de forma direta ou indireta acarretará um processo de reconstrução e reelaboração de conhecimento transmitido entre os membros de um grupo social.

OBJETIVOS

Apresentar ao aluno a aprendizagem da Língua Inglesa de forma interessante e despertar sua atenção para o prazer da leitura, ao mesmo tempo possibilitar a ele uma postura reflexiva e crítica tanto do uso da Língua Inglesa quanto como cidadão ativo e participativo na formação de uma sociedade que aprende uma língua, conhece a cultura dos seus falantes, mas conhece e valoriza cada vez mais a sua própria cultura.

Motivar novos olhares sobre a aprendizagem da Língua Inglesa como fator de inserção social e ascensão profissional construindo ações que conduzam à reflexão crítica tanto dos professores quanto dos alunos envolvidos no projeto através de atividades embasadas na teoria sócio-construtivista para que os aprendizes, através de suas discussões, socialização de erros e acertos e avaliação de sua própria evolução construam seus conhecimentos influenciando-se uns aos outros e provocando debates resultantes das reflexões sobre as diferentes perspectivas polissêmicas dos textos literários utilizados em sala de aula.

Usar a literatura para aprendizagem da Língua Inglesa considerando que a leitura de textos literários é o ponto de partida para analisar, compreender e praticar o uso do vocabulário, melhorar a compreensão de aspectos gramaticais, além de abordar características de estilo de determinadas épocas e autores estabelecendo o contato do aluno de Língua Inglesa com a cultura e com a história do país falante dessa língua.

METODOLOGIA

A metodologia para a realização desse trabalho é focada em propostas de ações por parte dos professores de Língua Inglesa que levam o aluno à aprendizagem da língua ao mesmo tempo em que estreitam suas relações com uma literatura de qualidade. À medida que a Língua Inglesa é aprendida enfatiza-se a habilidade de leitura e compreensão de textos nessa língua vinculadas à conseqüente significação e resignificação do universo do estudante como fator propulsor da construção do seu conhecimento e capacidade de discutir sobre temas do seu interesse usando vocabulário e outros elementos da Língua Inglesa.

A polissemia dos textos literários é uma de suas muitas qualidades que possibilita aos estudantes da Língua Inglesa identificar e discutir os diferentes sentidos produzidos que se constituirão numa exploração cada vez mais ampla de todos os seus aspectos, o que certamente resultará numa aprendizagem bem mais significativa do que uma aprendizagem centrada em métodos tradicionais.

E para que isso ocorra o professor pode sugerir livros que já foram inspiração para produções cinematográficas ou para elaboração de novelas, fatos que sempre chamam a atenção dos leitores, principalmente dos que tem menos intimidade com boas obras literárias. E são esses leitores o principal alvo do projeto. Da literatura Inglesa podem ser trabalhados livros como Romeu e Julieta, Otelo e outros de Shakespeare, O Gigante Egoísta de Oscar Wilde e tantos outros que possuem boas adaptações com vocabulário mais acessível e de fácil compreensão.

Da literatura americana e de outros países falantes da Língua Inglesa como Austrália ou África do Sul não se deve esquecer pois oferecem muitas obras de grande valor literário. Eles podem servir como meios de aprendizagem da língua e de aproximação de suas respectivas culturas provocando entre os alunos inúmeras e acaloradas discussões pelo fato da literatura ter diferentes significados. E consequentemente será maior uso da Língua Inglesa como também e crescente domínio da mesma.

Para usar as estruturas lexicais da Língua Inglesa devem ser planejadas atividades que empreguem palavras novas ou menos conhecidas encontradas nos textos lidos. Essas palavras podem ser empregadas em contextos relacionados ao texto lido, e num estágio seguinte usá-las em diferentes contextos conforme a vivência de cada aluno.

Conforme Mach, Woodsong, Macqueen, Guest e Namey outros tipos de atividades podem ser muito produtivas, como completar lacunas, ampliar frases, construir enunciados para discutir com os colegas, caracterizar personagens. O aluno pode retomar o texto para executar atividades que possibilitem mais intimidade com a língua e o seu uso, como anotar aspectos relevantes do texto ou um determinado tipo de palavras, identificar palavras ou expressões centrais e ainda fazer paráfrase ou resumo do texto.

Outros autores como Ellis sugerem relacionar os diferentes estilos de textos literários lidos, uso freqüente do dicionário para ampliação do vocabulário e para diminuir dúvidas fonéticas, pesquisas sobre os autores e aspectos culturais do seu país, além de debates e recontos dos textos.

Acredito que a prática da leitura de textos literários no processo de aprendizagem da Língua Inglesa propicia aos estudantes a apropriação do conhecimento lingüístico contribuindo para a sua formação como falantes e leitores proficientes dessa língua, ao mesmo tempo em que se constituem como seres humanos cada vez melhores e mais completos.

RECURSOS

Livros e textos literários diversos

Jornais, revistas e fotografias

Notebook, data-show, aparelho de televisão e DVD  

REFERÊNCIAS

ELLIS, R. Understanding second language acquisition. Oxford: Oxford University Press, 1985.

LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura de mundo. São Paulo: Ática, 1999

MACK, Natasha• WOODSONG, Cynthia• M.MACQUEEN, Katheen • GREG GUEST • NAMEY, Emily. Qualitative Research Methods: A DATA COLLECTOR’S FIELD GUIDE

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Aulas 1 e 2

Achei interessante observar a aula de hoje que foi toda muito interativa com a participação de todos os alunos ou quase todos. Os que não participaram espontaneamente foram convidados pela professora a participarem, junto com os outros.

Resistentes no início, logo se envolveram e passaram a participar com os colegas. Os alunos estudam Inglês uma vez por semana e por isso o tempo de duração da aula é dobrado, vale por duas aulas seguidas. Ao terminar a primeira parte os alunos podem tomar água e ir ao banheiro para então fazerem a segunda parte da aula.

A professora divide o tempo da aula da seguinte forma: primeiro faz uma parte expositiva, depois cria situações para que os alunos apliquem os conhecimentos adquiridos em atividades orais, em seguida vêm as atividades escritas, e no final fazem os combinados para a aula seguinte e marca a tarefa de casa.

Hoje os alunos estudaram os membros da família e terão que trazer uma representação de uma árvore genealógica de sua família na próxima aula usando as palavras que aprenderam na aula de hoje.

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Goiânia, 24 de março de 2010 – Aulas 3 e 4

CEPAE – 7° ano – matutino

A professora começou a aula de hoje recolhendo a tarefa de cãs e fazendo autocorreção com os alunos. Cada um apresentou a árvore genealógica se sua própria família com os nomes dos membros escritos em Inglês acompanhados do nome próprio de cada um. Em seguida cola o trabalho na parede. E o diferencial foi na maneira que a professora usou para corrigir os trabalhos.

Todos os trabalhos foram corrigidos depois da aula mesmo já estando colados na parede, com a ajuda dos estagiários. Os conceitos foram dados conforme os critérios de avaliação da professora e que eram discutidos sempre que necessário.

Aproveitando o trabalho com a árvore genealógica a professora explorou questões relacionadas ao conteúdo usando pronomes, como:

Who is Fátima?

What’s her job?

She is your mother?

Cada aluno levantava-se, observava a árvore genealógica de um colega e fazia a ele perguntas como os exemplos acima.

Goiânia, 31 de março de 2010 – Aulas 5 e 6

CEPAE – 7° ano – matutino

A aula de hoje chamou minha atenção pela naturalidade com que a professora conduz os alunos à situação de comunicação mesmo eles não dominando a Língua Inglesa. Os que têm maiores dificuldades inicialmente não participaram, mas aos poucos foram aderindo à conversação e passaram a participar e com desenvoltura até.

A linguagem utilizada é uma linguagem acessível aos alunos, e à turma mesmo sendo heterogênea acaba construindo um ambiente informal e propicia experiências que levam à aprendizagem da Língua Inglesa.

E vale lembrar que em todas as aulas são trabalhadas as quatro habilidades lingüísticas: compreensão oral, leitura, produção oral e escrita. E todas elas adequadas ao nível dos alunos.

A professora sempre chama a atenção dos alunos para os pequenos detalhes deixam de observar a qualquer momento da aula para ajudá-los a fazer cada vez melhor.

Goiânia, 07 de abril de 2010 – Aulas 7 e 8

CEPAE – 7° ano – matutino

Os alunos hoje estavam se preparando para uma prova que será feita na próxima semana e a professora fez uma revisão geral da matéria que será cobrada nessa prova. Essa avaliação serve também como a revisão da aula anterior e se alguém erra ou apresenta alguma dúvida a professora sempre dá uma paradinha e reforça a matéria.

A aula, como sempre começou com a primeira parte expositiva, depois os alunos fizeram uma atividade oral usando termos já aprendidos em aulas anteriores e depois passaram a fazer atividades escritas.

Enquanto os alunos trabalhavam a professora observava e corrigia as tarefas de aluno por aluno e orientava-os, caso fosse necessário tirar alguma dúvida ou refazer algum exercício.

A atividade oral de hoje agradou muito aos alunos. Eles tinham que descrever um colega usando adjetivos que já tinham aprendido a usar. Nessa hora cada um queria fazer uma descrição mais engraçada do colega do que outras que tinham sido feitas.

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Reflection about the book English Pronunciation for Brazilians

English Pronunciation for Brazilians it’s a book written by Brazilian teachers for Brasilia students that I liked very much, because it helped me a lot to improve my pronunciation. This book was written by Sônia M. Baccary de Godoy and more two co-authors, Marcello Marcelino and Cris Gontow. Sônia studied at University of Michigan, in Ann Arbor, United States, after that with her experience wrote this practical manual for students of English in Brazil.

Sônia wrote this book based in a big bibliography that explore subjects like variety of learning formats, games, fun activities and many other strategies to develop better the Brazilian’s linguistic competence.

In addition to this strategies Sônia point out some factors that influence the improvement of English pronunciation: biological factor that

Remember to us that adults learner English language almost have a foreign accent, while almost children attain native-like pronunciation. Besides the biological factors there are others factors to influence theEnglish learning process like learner’s personality, motivation and the learner’s profile to set the own goals.

In conclusion, the book it’s really a good book. It doesn’t discuss deeply about different learning theories, but suggest many interactive activities that teachers can adapt according needs of every Brazilian student. This book was written specially for speakers of Brazilian Portuguese because it was based on the author’s vast experience in teaching English in Brazil.

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Achei interresante observar a aula de hoje que foi toda muito interativa com a participação de todos os alunos ou quase todos. Os que não participaram espontaneamente foram convidados pela professora a participarem, junto com os outros. Resistentes no início, logo se envolveram e passaram a paricipar com os colegas.
Os alunos estudam Inglês uma vea por semana e por isso o tempo de duração da aula é dobrado, vale por duas aulas seguidas. Ao teminar a primeira parte os os alunos podem tomar água e ir ao banheiro para então fazerem a segunda parte da aula.
A professora divide o tempo d aula da seguinte forma: primeiro faz uma parte expositiva, depois cria situações para nque os alunos apliquem os conhecimentos adquiridos em atividades orais, em seguida vêm as atividades escritas e no final fazem os combinados para a aula seguinte e marca a tarefa de casa.
Hoje os alunos estudaram os membros da família e terão que trazer uma representação de uima árvore genealógica de sua família na róxima aula usando as palavras que aprenderam na aula de hoje.

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Desuggestopedia

By Diane Larsen-Freeman

What is Desuggestopedia?

Desuggest is the opposite of suggest . To overcome some learning problem this method puts importance on “desuggesting limitations on learning.”

The originator of the Desuggestopedia is a Bulgarian psychiatrist and educator. Georgi Lozanov–

The meaning of desuggestopedia: suggest => desuggest = This method puts importance on “desuggesting limitations on learning.”

We do not use the full mental powers we have; to use our reserved capacity, if we have some limitations we have need to be “desuggested.”

The goal of the teachers:

* To help students eliminate and overcome the barriers to learning
* Increase the communicative ability of the students

Classroom set-up: Armchair – Everything is bright and colorful –

The teacher speaks confidently;

* Various activities involving the dialog: question-and-answer, repetition, translation..;
* Integrate indirect and direst positive suggestions
* gives the students the impression that learning is easy and enjoyable.

Peripheral learning

This technique is based upon the idea that we perceive much more in our environment than that to which we consciously attend.

Fine arts (music –paintings)

* One of the ways the students’ mental reserves are stimulated

Choosing a new identity

* It gives to the students’ the feeling of security and allows them to learn easily.

Active concert

* The teacher introduces a story related to the dialog and calls the students’ attention to some particular grammatical points that
* The teacher reads the dialog in the target language with music.
* The teacher begins a slow, dramatic reading, synchronized, after she/he the teacher’s voice rises and falls with the music.

Passive concert

* The students just listen as the teacher reads the dialog with musical accompaniment and a normal speed

Primary activation

* The students playfully reread the target language dialog out loud, as individuals or in groups. Students are asked to read the dialog in particular manner: sadly, angrily, and cheerfully.

Creative adaptation

* The students engage in various activities designed to help them learn the new material and use it spontaneously. Activities particularly recommended for this phase include singing, dancing, dramatizations, and games.
* To accelerate the process of learning a foreign language for everyday communication
* To desuggest learners’ psychological barriers
* To activate learners’ ‘paraconscious’ part of the mind
* The role of the teacher
* The teacher is the authority in classroom
* The students must trust and respect her/him

The role of students?

* The students must follow the teacher’s instruction
* enjoying in the new identity freely

Characteristics of the teaching/learning process

* Classroom atmosphere —decoration&posters
* A new name and occupation — anxiety
* Handout —for advanced students
* No test, no assignment
* Conversation with translation
* Games,songs,role play

Interaction: student-teacher/ student

* The teacher must initiates interactions to a group of students and to a group of students
* The students can respond with nonverbal actions or with a few

How the language is viewed and how the culture is viewed

* Language is the first of two planes in the two-plane process of communication.
* The linguistic message is influenced by nonverbal factors
* The use of the fine arts is also important in Desuggestopedia classes.

Areas and skill of language that are emphasized

* Vocabulary
* Grammar is dealt but not much
* Speaking communicatively

The role of the students’ native language.

* To use the native language to make the dialog clear.
* Little by little the teacher uses the native language less and less.
* Evaluation is accomplished usually is conducted on students’ normal in-class performance, not through tests.
* The errors of the students are corrected gently, with the teacher using a soft voice.

Advantage

* Learning Environment
* Can arouse students’ interests and
* Potential to memorize
* The emphasis of interaction
* The treatments to students’ mistakes

Disadvantage

* Lack of flexibility
* Lack trust to teachers
* Over-emphasized of language use
* Absence of tests
* Differences characteristics between students

“Learning is a matter of attitude, not aptitude.”

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My impressions about “Estágio”

My impressions about “Estágio”

“Estágio” is the opportunity to learn and to think about how to teach the Language English to any student of any school. So I will talk about my experience in “Estágio” 1 and “Estágio” 2. In “Estágio” 1 and 2 this I observed lessons during two semesters in two different schools, with two different teachers also.
In the first semester I had been watched carefully many lessons in a state school. It was two English lessons a week, during three months. Since the first day I wanted to observe how I could to teach English and how to develop my professional ability to do that. But I didn’t know if I would be an English teacher. The students of this school didn’t like to study. They didn’t respect the teacher. The class was always disorganized. It was a real mess.
In the second semester I visited a Federal School during almost three months too. It was so different school! The second semester was better to me and I got a little sure about to teach English, and I started to think that to teach English could be a good job because everything depends if the teacher promotes good activities to wake up the interest of the students. I think also that to teach English depends a lot on the posture of the teacher, besides, it’s clear if the teacher acquired more knowledge he can teach English better and can improve the students’ learning.
“Estágio” 2 were very important because I was more confident in my expectation to become a good professional. I read many books with valuable information about to teach English. The texts had made me to reflect about the importance of the adequate attitude of an English teacher.
The study of methods and techniques for teach English were an excellent topic that I studied during all the semester. After reading many authors and discussed them in classroom I perceived that without knowledge about methods and techniques would be almost impossible to assume a group of English learners. The methods and the techniques that I had studied in the second semester made me to think about adequate pedagogical actions and the decisions that I have to take.
Another important topic for the development of an English teacher was to study how the language learning process happens in the mind. To understand about some barriers for the acquisition of the second language can be useful to recognizing the complexity of this process.
To do the lesson plans also was a surprise. I perceived that to do a good plan many aspects are considered, such as: what the students like to study, the goals that to be reached, the item that will be studied, activities to be applied, the material that will be used and the management of the time.
The lessons plans give chance to the teacher to choose the ability that must be focus in the learning English language, but to read, to write, to speak or to hear must receive the same attention from the teacher. In the certain measure that students acquire, gradually, ability to communicate.
In conclusion, after “Estágio” 1 and 2 I could learn many things, but I don’t feel ready to become an English teacher, yet. Perhaps, I can say that to be an English teacher is more pleasant than I waited to be. Despite of many difficulties, mainly in “Estágio” 2, I discovery that to have an effective teaching of the English language, the acquisition of the knowledge is the most efficient weapon to fight against all types of difficulties. Just this way, I can to use the methodology and techniques that I learned to do different of some not good teachers. Not just to do different, but to do better.

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